Porque a cada imagem que vejo me vem um borrão na consciência!
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Um conto sobre contar
Passo o dia contando passos.
Conto dias, conto horas.
Os segundos os conto também, mas somente às vezes, pois segundo eles, estou querendo passar rápido demais.
Fico repassando falas e falando sozinho.
Fico fazendo juras sobre o que me é passado.
Ando ao acaso só para que tudo que me passe não deixe de ser uma surpresa.
Enquanto ando encontro algumas portas.
Encontro portas e perco algumas chaves.
Por isso ando contando com a sorte.
E um dia desses talvez, pela força do quem sabe, eu passe cantando em frente à porta de alguém que me faça parar de contar.
1...2...3...(...)
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Morada
Não te espero
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Não há de ser nada (O Teatro Mágico)

Não há de ser nada, pois sei que a madrugada acaba, quando a lua se põe
O abraço de um vampiro é o sorriso de um amigo e mais nada
Não há de ser nada, pois sei que a madrugada acaba, quando a lua se põe
A estrela que eu escolhi não cumpriu com o que eu pedi
E hoje não a encontrei
Pois caiu no mar, e se apagou
Se souber nadar, faça-me o favor
O milagre que esperei nunca me aconteceu
Quem sabe só você
Pra trazer o que já é meu
Brilha onde estiver
Faz da lágrima o sangue que nos deixa de pé
domingo, 5 de dezembro de 2010
O nosso silêncio
O que eu nem ao menos tinha
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Quase
Partida
Sou Poeta
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